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27/07/2021

Obadias: o cuidado para com a retribuição divina

Obadias: o cuidado para com a retribuição divina



Texto do dia 
“Porque o dia do SENHOR está perto, sobre todas as nações; como tu fizeste, assim se fará contigo; a tua maldade cairá sobre a tua cabeça.” (Ob 1.15) 

Síntese 
O livro de Obadias nos desperta para a realidade da lei da semeadura. Esta é uma lei estabelecida por Deus. Colheremos o que plantamos nesta vida. 

Agenda de leitura 
SEGUNDA – Gn 25.22,23 A gênese da inimizade com Edom.
TERÇA – Sl 137.7 O clamor de justiça pelos feitos vis de Edom.
QUARTA – Lm 4.21 O juízo chegará a Edom.
QUINTA – Ez 25.12-14 A justa retribuição divina.
SEXTA – Gl 6.7 A lei da semeadura.
SÁBADO – Rm 6.3-7 Ninguém escapará do juízo divino.

Objetivos
1 APRESENTAR o livro de Obadias e sua mensagem;
2 ESCLARECER os motivos que levaram Obadias a profetizar um grande juízo sobre Edom;
3 EXPLICAR, a partir do exemplo de Edom, como o orgulho e o ódio são prejudiciais a vida cristã

Interação
Obadias trouxe uma mensagem de advertência para o povo de Edom, descendentes de Esaú. Eles seriam punidos pelo Senhor pela crueldade e orgulho contra Judá. Obadias nos mostra que Deus é amor, mas Ele também é justo e não tolera o pecado. Existe uma recompensa para a iniquidade: a morte.

O profeta Obadias nos mostra que o ódio e o orgulho não devem ter espaço em nosso coração. Então, pare agora e faça um autoexame. Como está seu coração? Ele continua humilde, quebrantado, puro e confiante em Deus? Esperamos que sim. Contudo, é importante ressaltar que só há uma maneira de guardarmos os nossos corações de sentimentos detestáveis aos olhos do Senhor, como por exemplo, a soberba: Permanecer olhando para Jesus e seguindo seus passos. Só o Salvador pode nos conduzir a uma vida de amor, humildade, perdão e de santidade.

Texto bíblico
Obadias 1.1-4, 15-17
1 Visão de Obadias: Assim diz o Senhor Jeová a respeito de Edom: Temos ouvido a pregação do Senhor, e foi enviado às nações um embaixador, dizendo: Levantai-vos, e levantemo-nos contra ela para a guerra.
2 Eis que te fiz pequeno entre as nações; tu és mui desprezado.

3 A soberba do teu coração te enganou, como o que habita nas fendas das rochas, na sua alta morada, que diz no seu coração: Quem me derribará em terra?
4 Se te elevares como águia e puseres o teu ninho entre as estrelas, dali te derribarei, diz o SENHOR.
15 Porque o dia do SENHOR está perto, sobre todas as nações; como tu fizeste, assim se fará contigo; a tua maldade cairá sobre a tua cabeça.
16 Porque, como vós bebestes no monte da minha santidade, assim beberão de contínuo todas as nações; beberão, e engolirão, e serão como se nunca tivessem sido.
17 Mas, no monte Sião, haverá livramento; e ele será santo; e os da casa de Jacó possuirão as suas herdades.

INTRODUÇÃO
Obadias é o menor livro do Antigo Testamento, são apenas vinte e um versículos dentro de um único capítulo. Diferente de Amós que se concentrou em Israel, ele destinou sua mensagem a uma nação estrangeira: Edom. Os edomitas, descendentes de Esaú, trataram os israelitas com crueldade e por isso, foram avisados que receberiam uma retribuição divina pelo tratamento detestável ao povo de Deus. Havia um clamor israelita por este propósito (Sl 137.7).

I – OBADIAS
1. O servo do Senhor. Obadias é um nome comum, entre árabes e judeus, cujo significado é “servo do Senhor”.
É um composto de ‘ôbed, “servo”, e ‘yâ’, uma forma abreviada do tetragama ‘yhwh’ (Jeová). O livro não fornece informações pessoais sobre o autor, por isso nada sabemos sobre sua família, cidade ou profissão. Ele simplesmente diz: “Visão de Obadias” (Ob 1). É provável que o profeta estivesse em Jerusalém durante um período em que a cidade foi atacada. Os edomitas foram cruéis durante esta invasão. Obadias narrou os acontecimentos no estilo de uma testemunha ocular (Ob 11-14). Ele era um homem piedoso, que seguia a ortodoxia judaica e acreditava na justiça divina. 

Ao ver a maldade dos edomitas, anunciou impelido pelo Espírito de Deus o juízo que estava por vir sobre esta nação. Vale destacarmos que outros profetas também anunciaram o juízo sobre Edom (Jr 49.7-22; Ez 25.12-14; Am 1.11,12).

2. Sua época. Não podemos afirmar quando o livro de Obadias foi escrito, pois o texto não oferece datas, apenas apresenta indícios de um momento histórico em que os edomitas regozijaram-se com a invasão de Jerusalém, e até mesmo, lucraram com sua destruição tomando parte nos seus despojos (Ob 14,15). Não fica claro a qual invasão o profeta está se referindo. Duas possíveis datas estão entre as mais propostas: 848-841 a.C. e 586 a.C. 

A data mais antiga refere-se ao reinado de Jeorão. Neste período os filisteus e árabes invadiram Judá e cometeram diversos saques (2 Cr 21.16,17), e os edomitas se aproveitaram do momento para tratar os judeus de uma forma hostil e ríspida (2 Rs 8.20-22). A segunda data refere-se à invasão da Babilônia a Jerusalém, por Nabucodonosor (586 a.C.). Os edomitas ficaram satisfeitos com a destruição da Cidade Santa (Lm 4.21) e aproveitaram a ocasião para promoverem a vingança contra Judá (Ez 25.12). Os israelitas exilados na Babilônia lembravam-se do tratamento desprezível dos edomitas (Sl 137.7). Tudo indica que os versículos 10-14 se referiram ao ataque de Nabucodonosor.

3. Sua mensagem. O assunto principal do livro de Obadias é o julgamento divino contra Edom por causa de sua hostilidade contra os judeus. A mensagem do profeta nos reporta a promessa que Deus fez a Abraão: “[…] abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem […]” (Gn 12.3). Os edomitas eram parentes dos judeus. A origem dessa história nos remete ao ventre de Rebeca (Gn 25.22,23). Edomitas e judeus provinham da mesma madre. Enquanto os edomitas descendiam de Esaú, os judeus descendiam de Jacó. 

O início do conflito começou entre dois irmãos que disputavam a primogenitura e com o passar dos séculos a tensão entre estes dois povos cresceu transformando-se em uma inimizade ferrenha. Deus ordenou que os israelitas tratassem os edomitas como irmãos (Dt 2.5-9), porém, os edomitas cultivaram um ódio velado pelos israelitas e em diversos momentos históricos, deixaram esse sentimento sujo aflorar. Os 21 versículos do livro de Obadias podem ser divididos da seguinte forma: Destruição de Edom (Ob 1-9); as razões para a destruição (Ob 10-14); o veredicto divino (Ob 15-16) e a restauração futura do povo de Deus (Ob 17-21).

II – O JULGAMNETO DIVINO
1. O orgulho. Edom era a nação vizinha a sudeste de Israel, ao sul de Moabe e do mar Morto.
Eles eram descendentes de Esaú, apesar de serem parentes de Israel, comportaram-se como inimigos. Um mensageiro foi enviado para noticiar a destruição de Edom: “[…] Levantai-vos, e levantemos nós contra ela para a guerra” (v. 1). Embora fossem pequenos em relação aos outros povos (v. 2), eram poderosos por causa da posição geográfica em que estavam. A soberba do coração levou-os a pensar que eram invencíveis (v. 3). 

O texto diz que eles habitavam nas “fendas das rochas”. Suas cidades foram construídas em uma região de cadeias montanhosas que protegiam a nação. A topografia do local fornecia-lhes uma proteção natural. Os cavalos das tropas inimigas jamais passariam pelas fendas das rochas. A altitude de 1.200 a 1.700 metros tornava a região de fácil defesa. Por isso perguntavam: “Quem me derribará em terra?” (v. 3). Sentiam-se inalcançáveis, como uma águia que sobe as alturas para guardar os seus filhotes em ninhos seguros (v.4). 

O orgulho gerou neles uma falsa sensação de segurança. O Deus revelado nas Escrituras não tolera o orgulho (Pv 16.18). Edom aprendeu a lição de que não existe lugar inacessível para Deus. Tudo está ao alcance de suas mãos e de seu poder.
Estejamos sempre atentos e não nos esqueçamos que também seremos julgados pelo Senhor. Cuidemos para que sentimentos contraproducentes como a raiva, amargura ou até mesmo a maquinação do mal, jamais cresçam em nossos corações.

2. O juízo divino. Os edomitas estavam acostumados a roubarem outros povos em momentos de tragédias nacionais, porém, de acordo com Obadias, eles experimentariam o mesmo veneno, pois ladrões e roubadores viriam de noite para saquearem suas cidades (v. 5). O profeta declarou que até os vindimadores (colhedores de uva) deixavam alguns cachos pelo caminho, todavia em Edom não sobraria nada. Todo o tesouro de “Esaú” seria encontrado e esquadrinhado (v. 6). Os judeus tinham o costume de identificar as pessoas por seus antepassados; assim Esaú é um nome para Edom, e Jacó, é usado como um nome para Judá. 

Os bens de Esaú referem-se às minas de ferro e cobre que pertenciam ao território dos edomitas. Da mesma forma que Edom traiu Judá, seus aliados o trairiam (v. 7). O pagamento do pecado será sempre a destruição, pois o salário do pecado é a morte (Rm 6.23). A destreza dos valentes de Edom não conseguiria livrá-los do destino selado por Deus (v. 9).

3. A maldade. A principal razão para a ira divina derramada sobre Edom era a violência praticada contra o “irmão Jacó” (v. 10). Jacó é usado como sinônimo para a nação de Israel. O termo “Israel” não se refere especificamente ao Reino do Norte, mas faz menção ao uso genérico do nome aplicado aos descendentes de Abraão, Isaque e Jacó. 

O texto sugere que o juízo de Deus não estava sendo aplicado por causa de um único ato, mas por causa de um acúmulo de comportamentos hostis para com Israel. A gota d’àgua foi a aliança de Edom com os povos inimigos que assolaram Jerusalém. Obadias declarou: “tu mesmo era um deles” (v. 11), em outras palavras, Edom aliou-se ao exército invasor. Eles olharam com prazer para a destruição de Jerusalém e se alegraram na má sorte do “irmão” (v. 12). Eles festejaram a derrota dos israelitas. O texto ainda declara que não somente foram omissos, mas foram agentes da destruição, pois no dia da calamidade de Jerusalém, também estenderam as mãos contra os judeus e os perseguiram para entregá-los aos inimigos (vv. 13,14). 

Agiram com grande crueldade. Não tiveram compaixão. A falta de compaixão é um grande pecado diante de Deus. Além de se alegrarem com a derrota alheia, foram instrumentos da maldade. Um indivíduo dominado pela inveja tende a praticar atos desprezíveis. Orgulho e inveja são sentimentos que devem ser extirpados de nossos corações.

Edom aprendeu a lição de que não existe lugar inacessível para Deus. Tudo está ao alcance de suas mãos e de seu poder.

III – A RETRIBUIÇÃO DIVINA
1. O “Dia do Senhor”. O profeta anunciou que o “Dia do Senhor” virá sobre todas as nações. Esse dia será contrastante para Edom e Israel, enquanto um será humilhado e destruído, o outro será restaurado e exaltado.

O Dia do Senhor aponta para um momento específico da história em que Deus se levantará para fazer valer a Sua justiça. O juízo de Deus aplicará em Edom o castigo imposto a Israel: “[…] assim se fará contigo […]” (v. 15). Logo, eles “[…] serão como se nunca tivessem sido” (v. 16). Todavia, em Sião haverá livramento. Enquanto Edom experimentará a taça da ira divina, Judá receberá livramento (v. 17). Enquanto a casa de Esaú será como palha, a casa de Jacó será como fogo (v. 18). 

Deus aplicará a justiça na inversão dos papéis injustos: os exaltados serão humilhados e os humilhados serão exaltados (Jó 22.29; Pv 16.18; Mt 23.12; Lc 18.14). Essa palavra trouxe consolo para os judeus que sofriam diante da derrota imposta pelas tropas adversárias. 

Não podemos perder a fé na justiça divina. Vivamos de modo íntegro, confiando em Deus e em sua Palavra, e ainda que enfrentemos desventuras, no momento certo, o Senhor intervirá para fazer prevalecer a sua justiça e derramar o seu consolo sobre nós.

2. A retribuição divina. Os juízos divinos são sempre fundamentados em motivos convincentes. Deus não comete injustiças. A doutrina da retribuição divina é bíblica (Êx 21.23-25; Dt 19.21). Deus fez aos edomitas o mesmo que eles fizeram a Judá. Edom e Israel eram parentes, no entanto, os edomitas sempre trataram Israel com desprezo. Na época de Moisés, o direito de passagem dos israelitas pelo território edomita foi negado (Nm 20.14-21). 

A Bíblia apresenta quatro momentos em que os edomitas pilharam Israel: No reinado de Jeorão (2 Cr 21), no reinado de Amazias (2 Cr 25), no reinado de Acaz (2 Cr 28) e no reinado de Zedequias (2 Cr 36). Este ciclo de maldade não poderia ficar impune. Deus escreveu uma lei no universo que não pode ser esquecida: A lei da semeadura (Gl 6.7). 

É a plantação que determina o resultado da colheita. O cristão não deve “semear na carne”, isto é, “viver pela carne”, mas deve “semear no espírito” vivendo de acordo com a vontade do Espírito (Gl 6.8). Estejamos sempre atentos e não nos esqueçamos que também seremos julgados pelo Senhor. Cuidemos para que sentimentos contraproducentes como a raiva, amargura ou até mesmo a maquinação do mal, jamais cresçam em nossos corações. 

Inimizades devem ser combatidas com perdão e reconciliação e não com vingança e ressentimento. Vivamos segundo o espírito e não segundo a carne.

3. O rebaixamento de Edom. Obadias nos ensina que Deus cumpre suas promessas. Suas profecias se cumpriram historicamente. Os edomitas “foram como se nunca tivessem sido” (v. 16). No século VI a.C., eles foram derrotados e expulsos de suas terras, e como consequência, fixaram-se próximo ao Mar Vermelho; todavia, em 312 a.C., foram novamente destruídos pelos nabateus. Depois de espalhados, sobreviveram através dos casamentos mistos com outros povos da região. No Novo Testamento os edomitas ficaram conhecidos como idumeus. 

Herodes, o “rei dos judeus”, descendia dos idumeus. Porém em 70 a.C., o general romano Tito destruiu os israelitas e idumeus. Enquanto os israelitas se dispersaram e depois de quase dois mil anos reviveram como uma nação, os idumeus desapareceram da história para sempre. A profecia de Obadias se cumpriu (v. 10). Seu livro confirma o princípio bíblico da retribuição divina. Cedo ou tarde, todos nós arcaremos com os nossos atos diante de Deus! Não nos esqueçamos jamais desta verdade cristã!

SUBSÍDIO 1
“Para que possamos entender o livro de Obadias, precisamos ter em mãos um breve resumo da história de Israel. O profeta trata de duas nações, Israel e Edom, mas refere-se a elas por meio da citação de seus antepassados, Esaú e Jacó. Isso ocorre porque era comum para os hebreus identificar as pessoas utilizando o nome de seus antepassados. Ao longo da história entre Israel e Edom, houve momentos de animosidade, e isso perdurou por muitos anos, despertando e mantendo acesa uma inimizade entre dois povos descendentes de Abraão.

Apesar da animosidade entre esses grupos, a recomendação divina aos israelitas era que tratassem os edomitas com respeito, da mesma forma que deveriam tratar os egípcios (Dt 23.7). Essa recomendação os edomitas não seguiram.

O problema foi a atitude de Edom no momento do juízo de Deus. Os edomitas foram condenados não apenas porque se mantiveram distantes e alegres quando seus parentes estavam sendo atacados. Eles foram condenados porque, além de observar o que estava acontecendo participaram dos ataques contra os sobreviventes. Mas seu julgamento não tardaria a vir” (COELHO, Alexandre; DANIEL, Silas. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p. 42).

SUBSÍDIO 2
“Obadias é o livro mais curto do Antigo Testamento. Ele é exclusivo entre os livros proféticos do Antigo Testamento por ser dirigido contra uma nação estrangeira, sem oráculos de juízos contra Israel ou Judá.
O profeta tem em vista um ataque militar contra Jerusalém, em que os edomitas participaram alegremente, mas ele não fornece informações que mostre claramente a data da catástrofe. Alguns datam o livro com relação a uma invasão de Judá por filisteus e árabes, durante o reinado de Jeroão, em que se supõe que os edomitas tenham participado. Outros consideram que os eventos que motivaram essa profecia estão relacionados com a invasão de Judá pelos babilônios, que resultou, por fim, no seu colapso, em 586 a.C. Tanto as Escrituras como a tradição judaica mencionam explicitamente, o envolvimento dos edomitas nessa catástrofe final, e o texto de Obadias parece se referir, mais naturalmente, a esse evento” (Profetas Menores: Livro de Estudo. Rio de Janeiro: CPAD, 2016, p. 103).

CONCLUSÃO
Ninguém pode desafiar as leis espirituais e sair incólume. O que Deus estabeleceu está estabelecido! Devemos nos atentar para os maus exemplos a fim de observamos o fruto do pecado. Lembremo-nos de Edom. O ódio e o orgulho não devem ter espaço em nosso coração, pois uma vez inseridos, tendem a crescer dentro de nós provocando grandes estragos espirituais. Lembremo-nos de que o arrependimento e a fé em Jesus nos conduzirão ao amor e ao perdão nos livrando de tais sentimentos vis.

HORA DA REVISÃO
1. Qual o assunto principal do livro de Obadias?
O julgamento divino contra Edom, por causa de sua hostilidade contra os judeus.

2. Quem foi Obadias?
Um servo do Senhor que acreditava no princípio da retribuição divina. Ele foi testemunha ocular de um ataque sofrido em Jerusalém, no qual os edomitas aproveitaram-se da situação para vingar-se do povo de Deus.

3. Qual o motivo para o orgulho de Edom?
Sentiam-se demasiadamente seguros por causa da geografia e da topografia do local onde habitavam, por isto agiram com soberba.

4. Edom olhou com prazer a destruição de Jerusalém. Como devemos tratar aqueles que sofrem?
Não devemos regozijar jamais com o sofrimento de alguém, antes devemos tratar aqueles que sofrem com compaixão. É isto que Deus espera de nós.

5. A profecia de Obadias sobre Edom se cumpriu?
Sim. Eles foram destruídos e deixaram de existir como nação. Desapareceram para sempre.

Fonte: ebd.com.br 

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19/07/2021

Elias e os Profetas de Aserá e Baal

Elias e os Profetas de Aserá e Baal


Texto áureo 
“Então, caiu fogo do SENHOR, e consumiu o holocausto, e a lenha, e as pedras, e o pó, e ainda lambeu a água que estava no rego.” (1 Rs 18.38) 

Verdade prática 
O Senhor sustenta com sua forte mão todos os que estão dispostos a proclamar a verdade de que Ele é o único Deus digno de adoração. 

Leitura diária  
Segunda – Sl 37.18,19 Deus cuida de seus filhos e não os deixa desamparados.
Terça – Sl 7.9 Deus conhece a sinceridade do coração dos seus filhos.
Quarta – Is 42.8 O único digno de glória e honra é o Senhor Deus.
Quinta – Êx 20.3,4 O Senhor impõe como mandamento não ter outros deuses além dEle.
Sexta – Sl 145.14-18 Deus é aquEle que sustenta seus filhos, mesmo em tempo de dificuldades.
Sábado – 1 Co 8.6 Quem serve a Deus de coração compreende que há um só Deus e que tudo pertence a Ele.

Leitura bíblica em classe  - 1 Reis 18.22-24,26,29,30,38,39; 19.8-14

1 Reis 18
22 – Então, disse Elias ao povo: Só eu fiquei por profeta do Senhor, e os profetas de Baal são quatrocentos e cinquenta homens.
23 – Deem-se-nos, pois, dois bezerros, e eles escolham para si um dos bezerros, e o dividam em pedaços, e o ponham sobre a lenha, porém não lhe metam fogo, e eu prepararei o outro bezerro, e o porei sobre a lenha, e não lhe meterei fogo.
24 – Então, invocai o nome do vosso deus, e eu invocarei o nome do Senhor; e há de ser que o deus que responder por fogo esse será Deus. E todo o povo respondeu e disse: É boa esta palavra.
26 – E tomaram o bezerro que lhes dera e o prepararam; e invocaram o nome de Baal, desde a manhã até ao meio-dia, dizendo: Ah! Baal, responde-nos! Porém nem havia voz, nem quem respondesse; e saltavam sobre o altar que se tinha feito.
29 – E sucedeu que, passado o meio-dia, profetizaram eles, até que a oferta de manjares se oferecesse; porém não houve voz, nem resposta, nem atenção alguma.
30 – Então, Elias disse a todo o povo: Chegai-vos a mim. E todo o povo se chegou a ele; e reparou o altar do SENHOR, que estava quebrado.
38- Então, caiu fogo do SENHOR, e consumiu o holocausto, e a lenha, e as pedras, e o pó, e ainda lambeu a água que estava no rego.
39 – O que vendo todo o povo, caiu sobre os seus rostos e disse: Só o SENHOR é Deus! Só o SENHOR é Deus!

1 Reis 19
8 – Levantou-se, pois, e comeu, e bebeu, e, com a força daquela comida, caminhou quarenta dias e quarenta noites até Horebe, o monte de Deus.
9 – E ali entrou numa caverna e passou ali a noite; e eis que a palavra do SENHOR veio a ele e lhe disse: Que fazes aqui, Elias?
10 – E ele disse: Tenho sido muito zeloso pelo SENHOR, Deus dos Exércitos, porque os filhos de Israel deixaram o teu concerto, derribaram os teus altares e mataram os teus profetas à espada; e eu fiquei só, e buscam a minha vida para ma tirarem.
11 – E ele lhe disse: Sai para fora e põe-te neste monte perante a face do SENHOR. E eis que passava o SENHOR, como também um grande e forte vento, que fendia os montes e quebrava as penhas diante da face do SENHOR; porém o SENHOR não estava no vento; e, depois do vento, um terremoto; também o SENHOR não estava no terremoto;
12 – e, depois do terremoto, um fogo; porém também o SENHOR não estava no fogo; e, depois do fogo, uma voz mansa e delicada.
13 – E sucedeu que, ouvindo-a Elias, envolveu o seu rosto na sua capa, e saiu para fora, e pôs-se à entrada da caverna; e eis que veio a ele uma voz, que dizia: Que fazes aqui, Elias?
14 – E ele disse: Eu tenho sido em extremo zeloso pelo SENHOR, Deus dos Exércitos, porque os filhos de Israel deixaram o teu concerto, derribaram os teus altares e mataram os teus profetas à espada; e eu fiquei só, e buscam a minha vida para ma tirarem.

OBJETIVO GERAL
Revelar que Deus opera milagres através de seus filhos.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
1 Salientar que é necessário e urgente enfrentar o pecado;
2 Relatar que Deus responde às nossas súplicas;
3 Expor as fragilidades do ser humano.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Antes de convocar os profetas de Baal para o grande desafio, Elias indagou ao povo: “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o; e, se Baal, segui-o” (1 Rs 18.21). Comece a aula perguntando o significado de “pensar”, “coxear”, e “coxear entre dois pensamentos”.

Pensar para decidir ou escolher algo é como pôr as coisas numa balança para se avaliar o peso de cada uma. Ora a balança pende para um lado, ora pende para o outro. 

Coxear significa mancar como um coxo, capengar, claudicar, pender de um lado para o outro. Quem coxeia dá um passo e se inclina para a direita e no próximo passo se inclina para a esquerda. É por isso que “coxear entre dois pensamentos” tem o sentido figurado de hesitar, vacilar. 

Isso era o que Elias quis dizer sobre a situação espiritual do povo de Israel.

INTRODUÇÃO
O profeta Elias é um dos mais relevantes personagens da Bíblia. Foi ele que apareceu com Moisés no Monte da Transfiguração conversando com Jesus.

Este destacado profeta é, sem dúvida, um modelo de servo perseverante e fiel para todo cristão. Nesta lição, veremos como Elias desafiou corajosamente a idolatria em Israel; como orava de modo simples, mas cheio de confiança; e como, apesar de tudo o que fez, expôs sua humanidade ao cair em desânimo.

PONTO CENTRAL
O Senhor sempre intervém a nosso favor diante das adversidades.

I – O DESAFIO NO MONTE CARMELO
1. O zelo de Elias o pôs diante de um confronto. Devido à apostasia do povo e à falta de liderança espiritual do rei Acabe, e de outros que lhe antecederam, Elias, como alguém que conhece muito bem o Deus que serve, viu-se na condição de lançar um grande desafio diante de todos. Mandou chamar os profetas de Baal e lhes incitou dizendo: “o deus que responder por fogo esse será Deus” (1 Rs 18.24). O profeta foi levado a fazer isso em função da pergunta, sem resposta, que lançou antes do confronto: “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o; e, se Baal, segui-o” (1 Rs 18.21). O povo não tinha resposta para esta pergunta porque estava em dúvida sobre quem, de fato, era o verdadeiro Deus.

2. O problema de não saber a quem adorar. Este triste dilema espiritual se faz presente todas as vezes que o povo de Deus se envolve com a idolatria, pois os que adoram ídolos não conseguem enxergar o verdadeiro amor e cuidado divinos, uma vez que, a despeito de terem todas as características de divindade, esses pretensos deuses não passam de ilusão inventada pelo homem. Entretanto, mesmo sendo falsos, esses ídolos exercem muita força e influência sobre o coração do homem, tornando-o tão ignorante quanto eles próprios (Sl 135.18).
Vale destacar que os ídolos não precisam necessariamente ser físicos, pois podem estar camuflados no coração humano a fim de controlarem as decisões e toda a vida de uma pessoa. Jesus nos alertou sobre isso (Mt 6.24).

3. O desafio do fogo. Elias tinha certeza de que Deus era com ele e, por isso, propôs o desafio: o Deus que respondesse com fogo deveria ser adorado. Os que andam com Deus não precisam desafiá-lo para testarem sua lealdade e seu amor. Tais pessoas são tão íntimas de Deus que são impelidas, guiadas, conduzidas em seu coração para aquilo que o Senhor quer fazer. Portanto, não foi a vontade de Elias lançar o desafio, mas a do próprio Deus para, mais uma vez, mostrar ao povo de Israel que Ele era, sempre foi e sempre será o único Deus verdadeiro, a quem deveria servir.

SÍNTESE DO TÓPICO I
Assim como Elias confrontou os profetas de Baal diante da idolatria, os servos do Senhor devem estar dispostos a confrontar todo tipo de pecado.

SUBSÍDIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO
Em sentido amplo a idolatria pode indicar a veneração ou adoração a qualquer objeto, pessoa, instituição ou ambição que tome o lugar de Deus, ou que diminua a honra que lhe devemos. Deus nunca admitiu outro além dEle. O Todo-Poderoso não divide seu louvor com quem quer que seja: Ele é o único. O Senhor é Deus zeloso e requer exclusividade. Jamais repartiria seu povo com um suposto rival. Por esta razão assevera enfaticamente: “Não terás outros deuses diante de mim” (Êx 20.3).

Promova um pequeno debate em sua turma fazendo uma simples pergunta: “O que é idolatria hoje?”
Todas as imagens, esculturas ou quaisquer outras inovações com o objetivo de tornar o culto mais atraente pelo seu visual divergem do sincero propósito de cultuar a Deus em espírito e verdade e, por isso, constituem um tropeço para uma verdadeira adoração.

II. A ORAÇÃO DE ELIAS
1. Os preparativos de Elias. Diante da impossibilidade de resposta de Baal aos apelos de seus adoradores, Elias começou os preparativos para a operação do milagre (1 Rs 18.23). A primeira coisa que fez foi reparar o altar do Senhor, que estava quebrado; consequência imediata da idolatria (1 Rs18.30). A seguir, juntou doze pedras que simbolizavam as doze tribos de Israel, cavou um rego em volta do altar, colocou a lenha, dividiu o bezerro em pedaços sobre a lenha e pediu para que se derramasse doze cântaros de água sobre o altar, de tal modo que ficasse totalmente encharcado; o que estava nele, e o rego em sua volta (1 Rs 18.31-35).

2. Uma oração confiante. A oração de Elias foi simples e curta, contrastando com as súplicas dos profetas de Baal (1 Rs 18.36,37). Elias queria mostrar que, para Deus responder, não são necessárias cerimônias especiais, sacrifícios ou mutilações. Basta o exercício da fé no verdadeiro Deus.
É relevante ressaltar que o profeta Elias, em sua oração, declarou, diante do povo, que o Deus a quem ele orava era o mesmo Deus dos patriarcas Abraão, Isaque e Jacó, e que, pelo fato de também ser um servo de Deus e estar cumprindo a vontade dEle, tinha direito à manifestação divina como resposta.
Nesta oração, o profeta expõe o verdadeiro motivo de ter erigido aquele altar, e da necessidade de Deus responder com fogo: “para que este povo conheça que tu, Senhor, és Deus e que tu fizeste tornar o seu coração para trás” (1 Rs 18.37).

3. A misericórdia de Deus. Na oração de Elias está claro que o desejo de Deus era que seu povo se voltasse para Ele através daquela demonstração de poder. A descida do fogo que consumiu o holocausto, a lenha, as pedras, o pó e ainda secou toda a água que estava ao redor do altar (1 Rs 18.38) é uma exata comprovação, não apenas de que Ele é Deus e está acima de tudo e de todos, mas de que Ele estava dando a Israel uma nova oportunidade de comunhão. A reação do povo foi unânime em reconhecer que o Eterno é o Deus verdadeiro (1 Rs 18.39). Com isso, a seca que já durava três anos e meio terminou (1 Rs 18.41,44). Elias subiu ao cume do monte Carmelo, orou a Deus e caiu uma abundante chuva (1 Rs 18.45).

CONHEÇA MAIS
Os profetas de Baal foram ao duelo com o profeta Elias, os 400 profetas de Aserá não aceitaram o desafio de Elias.

Elias disse a Acabe para levar não apenas os 450 profetas de Baal, mas também os 400 profetas de Aserá, a “esposa” de Baal (1Rs 18.19). Ao que parece, somente os profetas de Baal aceitaram o desafio (1Rs 18. 22, 26). Tanto é que somente os profetas de Baal, foram mortos depois do duelo com Elias (1Rs 18.19, 40; 1 Rs 19.1), se os profetas de Aserá estivessem juntos com os profetas de Baal, eles também seriam mortos (Fonte: Revista Digital Cristão Alerta – SAIBA MAIS AQUI)

SÍNTESE DO TÓPICO II
Quando exercitamos a nossa fé e confiança no Senhor, Ele responde nossas orações e nos livra de qualquer adversidade.

SUBSÍDIO BÍBLICO-TEOLÓGICO
“Elias rapidamente obtém do seu Deus uma resposta por fogo. Os profetas de Baal são forçados a desistir de sua causa e, agora, é a vez de Elias apresentar a sua. Vejamos se ele se dá bem:
Ele reparou o altar.

Ele jamais usaria o deles, que tinha sido contaminado com as orações a Baal, mas, encontrando em ruínas um altar ali, que anteriormente tinha sido usado no culto ao Senhor, ele escolheu reparar aquele (v.30) para insinuar a eles que ele não estava ali para introduzir nenhuma nova religião, mas reviver a fé e a adoração ao Deus de seus pais e convertê-los ao primeiro amor que tiveram e às primeiras obras que praticaram. Ele não podia levá-los ao altar em Jerusalém a menos que pudesse unir dos dois reinos novamente (o que, para a correção de ambos, Deus determinou que agora isso não devia ser feito), por isso, pela sua autoridade profética, ele constrói um altar no monte Carmelo e assim reconhece aquele que anteriormente tinha sido edificado ali. […]

Então ele solenemente dirigiu-se a Deus em oração diante do seu altar, suplicando-lhe humildemente: lembre-se de todas as suas ofertas e aceite os teus holocaustos (Sl 20.3), e parta comprovar a sua aceitação dela. A sua oração não foi longa, pois ele não usou vãs repetições nem pensou que por muito falar seria ouvido; mas ela foi muito séria e serena, e mostrou que a sua mente estava calma e tranquila, e longe do ardor e das desordens em que se encontravam os profetas de Baal (vv. 36,37). Embora ele não estivesse no lugar designado, escolheu a hora prescrita da oferta de manjares, para testificar com isso sua comunhão com o altar em Jerusalém. Embora ele esperasse uma resposta por fogo, ainda assim aproximou-se do altar com coragem, e não temeu aquele fogo” (HENRY, Matthew. Comentário Bíblico Antigo Testamento: Josué a Ester. Rio de Janeiro: CPAD, 2010, p.519,20).

III. ELIAS EM HOREBE
1. Os feitos e a exaustão do profeta. Elias chegou à exaustão diante de tantos embates que enfrentou para fazer o povo de Deus retornar ao caminho (1 Rs 19.5). Isso mostra que até mesmo os crentes mais fiéis podem vir a sofrer depressão e desânimo na sua caminhada, mesmo depois de serem usados pelo Senhor de forma extraordinária, como foi Elias.

Isso significa que aqueles que ascendem em posição na obra de Deus também podem descer em proporções iguais. Vejamos os grandes feitos de Elias em sequência: conseguiu reunir o povo no Carmelo através de Acabe, seu inimigo; fez descer fogo do céu no altar molhado; fez o povo, mesmo em rebeldia, se dobrar diante do Senhor; eliminou cerca de 850 profetas de Baal e Aserá, que recebiam apoio do rei; fez chover após grande período de seca; correu mais depressa que a carruagem de Acabe; e foi sustentado por um anjo.

2. O pedido para morrer. A despeito das portentosas obras que fez, Elias foi terrivelmente perseguido e ameaçado por Jezabel, a rainha. A opressão foi tanta que o profeta, tomado de um sentimento de autopiedade, mesmo fugindo para não morrer, desejou a morte em seu íntimo (1 Rs 19.4). Por isso, a Bíblia afirma que “Elias era homem sujeito às mesmas paixões que nós” (Tg 5.17).

3. A resposta de Deus. Deus interveio de forma miraculosa, enviando até Elias um anjo que lhe trouxe pão e água, tirando-o daquela situação de intenso desânimo (1 Rs 19.5-7). Nisto depreendemos que a comunhão e a palavra estavam à disposição do profeta. A partir de então, ele se deixou levar pelo mover de Deus através do vento, do terremoto, do fogo, da voz mansa e delicada (1 Rs 19.11,12). Elias teve oportunidade de confessar seu estado de desespero, e Deus lhe deu novos sentidos para continuar seu ministério: ungir Hazael como rei da Síria, Jeú como rei de Israel e Eliseu para lhe suceder como profeta (1 Rs 19.15,16).

SÍNTESE DO TÓPICO III
Deus compreende nossos momentos de desânimo e fadiga, pois eles fazem parte da nossa humanidade.

SUBSÍDIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO
“O compromisso sincero de Elias com Deus nos choca e nos incentiva. Ele foi enviado para confrontar — não consolar. E Elias pronunciou as palavras de Deus a um rei que, muitas vezes, rejeitava a mensagem simplesmente porque Elias a trazia. Elias decidiu exercer seu ministério apenas para Deus e pagou por essa decisão, sendo isolado de outras pessoas que também eram fiéis a Deus.”

Para que seus alunos reflitam melhor sobre quem foi Elias e como desenvolveu seu ministério profético, peça a eles que relacionem no quadro as “Qualidades e Realizações” do profeta Elias, conforme o modelo abaixo. Atenção! Somente mostre o resultado depois que eles cumprirem a tarefa.

QUALIDADES E REALIZAÇÕES
• Foi o mais famoso e dramático profeta de Israel.
• Predisse o princípio e o fim de uma seca de três anos.
• Foi usado por Deus para ressuscitar um filho morto e devolvê-lo à sua mãe.
• Representou Deus em uma disputa com sacerdotes de Baal e Aserá.
• Estava com Moisés no episódio da transfiguração de Jesus no Novo Testamento.
(Extraído e adaptado da Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 2015, p.733).

CONCLUSÃO
A vida de Elias é um grande exemplo para todo crente que fielmente serve ao Senhor. Ainda que à sua volta quase todos estejam contaminados pela idolatria e toda forma de injustiça, o cristão não pode perder o ânimo e a vontade de lutar pela causa do Senhor. Elias é exemplo do cuidado e da fidelidade de Deus quando o crente fiel decide seguir o que a Palavra de Deus ensina e não aquilo que a maioria acha que está certo.

PARA REFLETIR
A respeito de “Elias e os Profetas de Aserá e Baal”, responda:

1. Qual foi o desafio lançado por Elias aos profetas de Baal?
“O deus que responder por fogo esse será Deus” (1 Rs 18.24b).

2. O que motivou Elias a desafiar os profetas de Baal?
Mostrar ao povo de Israel que Ele era, sempre foi, e sempre será o único Deus verdadeiro, a quem deveria servir.

3. Qual foi a primeira providência de Elias nos preparativos para a descida do fogo divino?
A primeira coisa que Elias fez foi reparar o altar do Senhor, que estava quebrado.

4. Qual foi o desejo de Deus para o seu povo?
O desejo de Deus era que seu povo se voltasse para Ele através daquela demonstração de poder.

5. Que exemplo a vida de Elias nos deixou?
A vida de Elias é um exemplo do cuidado e da fidelidade de Deus quando o crente fiel decide seguir o que a Palavra de Deus ensina e não o que a maioria acha que está certo.






14/07/2021

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