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09/05/2021

Um alerta: a formação “relâmpago” em cursos de teologia

 

Um alerta: a formação “relâmpago” em cursos de teologia

Em um mundo tecnologicamente interligado pela virtualidade digital e o crescimento vertiginoso da rede global de computadores o acesso ao conhecimento tem se expandido.

Mas, como administrar e usar toda esta informação?

As redes sociais, principalmente, o Facebook, criação do norte-americano Mark Zuckerberg que tem também como sócio co-fundador, o paulistano Eduardo Luiz Saverin, contribuem para o crescimento da ciência e da comunicação.

Mas todos concordam com o ditado popular no Brasil “nem tudo que reluz é ouro”, isto é, nem tudo que é postado na internet pode ser considerado uma fonte fidedigna.

A nossa sociedade brasileira afetada pelos grandes conceitos do mundo moderno, influenciada diretamente pelos americanos, tem demonstrado uma ávida vontade de crescimento rápido e fácil.

A teologia da prosperidade tem contribuído, em muito, com este desejo.

Os evangélicos brasileiros, inseridos no mundo, não têm escapado deste tipo de “maldição imediatista”. Não sou contra o uso da internet ou das redes sociais, pois cada cristão deve saber usar os recursos disponíveis ao seu alcance de maneira comedida, conforme 1 Tessalonicenses capítulo 5 versículos 21 e 22: “Examinai tudo. Retende o bem.  Abstende-vos de toda a aparência do mal.

A preocupação com um título ou certificado sem embasamento teórico e experimental causa estranheza, visto que os valores discutidos giram em torno, nada menos, da Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus.

A passagem bíblica “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade”, citada em 2 Timóteo 2:15 parece não ter sentido na vida de alguns cristãos.

Desejar uma formação teológica é louvável, pois o profeta Oséias já bradava no Antigo Testamento dizendo O meu povo foi destruído porque lhe faltou conhecimento.” Os 4.6.

Agora, como obter esta formação que deve ser a preocupação de todo o candidato ao seminário cristão.

Após anos dedicados ao ensino tanto cristão como secular, uma característica comum surgiu no meio do povo evangélico: a formação teológica relâmpago. São pessoas preocupadas na busca do conhecimento que é louvável, mas, infelizmente, contaminadas pela teologia da prosperidade imediata.

Um exemplo é citado na imagem que ilustra este post, de autoria da Pastora Patrícia, demonstrando o tempo de espera das bênçãos de Deus na vida dos seus servos que contrasta severamente com o pensamento atual de alguns de nossos irmãos em Cristo.

No artigo “10 passos para obter uma formação teológica de qualidade - Formação teológica para um obreiro aprovado”, deu um alerta chamando a atenção para os cursos de teologia relâmpagos e para que os interessados verifiquem o tempo de duração, bem como, a carga horária dos mesmos.

Outra preocupação desnecessária dos aspirantes seminaristas está no reconhecimento governamental. Os órgãos públicos (MEC, secretarias estaduais ou municipais de educação) têm por finalidade regular os cursos que são integrantes da educação básica (ensino fundamental e médio) e os que são considerados como “profissão”, que decididamente não enquadram os cursos de teologia, que são puramente vocacionais. A lei brasileira, conforme nossa Constituição Federal, cita o estado laico, isto é, não há interferência da religião no estado, nem do estado na religião.

Não podemos considerar a teologia como profissão secular, pois não há vagas no mercado de trabalho para o teólogo profissional, excetuando os capelães militares (que também precisam de autorização e reconhecimento dos ministérios a que estão ligados) e alguns professores destas faculdades que tem o curso reconhecido pelo MEC. A maioria dos alunos formados teólogos profissionais descobrem que, depois de pagarem altos valores de mensalidades, o seu diploma vai para um quadro na parede.

Por outro lado as igrejas evangélicas necessitam de teólogos vocacionais, também chamados na Bíblia de mestres (Ef 4.11) cuja missão é defender a revelação da Bíblia Sagrada e preservar a pureza do evangelho revelado na Palavra de Deus, tudo com a ajuda do Espírito Santo (2 Tm 1.11-14) levando a igreja a perfeita adoração a Cristo mantendo a mensagem original de Jesus  e dos apóstolos constituídos pelo Filho de Deus durante o seu ministério terreno, isto é, pessoas realmente comprometidas com a pregação do evangelho. Isto o MEC não forma, pois por isonomia com as demais religiões e normatizado pelo estado laico a teologia é vista como "o estudo de uma divindade".

A este respeito o nosso irmão Lourenço Stelio Rega, Diretor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo (FTBSP), instituição fundada em março de 1957 e pertencente à Convenção Batista do Estado de São Paulo, escreveu um artigo criticando a ingerência do MEC e de “outros órgãos” nos cursos teológicos. (Veja o artigo em Portal Metodista)

Claro que o aluno interessado deve verificar qual a ligação (parcerias, reconhecimento, filiação) que a escola pretendida tem com outras instituições ligadas ao ensino teológico ou as igrejas, que neste caso poderão dar mais credibilidade do que os órgãos públicos.

Portanto, a leitura do Salmo 40 não deve ficar somente na teoria de nossos irmãos: “Esperei com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor. Tirou-me dum lago horrível, dum charco de lodo, pôs os meus pés sobre uma rocha, firmou os meus passos. E pôs um novo cântico na minha boca, um hino ao nosso Deus; muitos o verão, e temerão, e confiarão no Senhor. Bem-aventurado o homem que põe no Senhor a sua confiança, e que não respeita os soberbos nem os que se desviam para a mentira”. Salmos 40:1-4

Saber esperar também está aplicado a uma formação teológica de qualidade. Pense bem antes de tentar se enganar e a seu pastor, pois a Deus ninguém engana. Antes de se matricular ore, busque informações sobre o seminário, escola, instituto, etc...

Não tenha pressa. Faça como os demais servos da Bíblia que souberam aguardar no Senhor. Cuidado com as atitudes precipitadas. Veja o que diz a Bíblia sobre isto:

- Tens visto um homem precipitado no falar? Maior esperança há para um tolo do que para ele. Provérbios 29:20

- Os pensamentos do diligente tendem só para a abundância, porém os de todo apressado, tão-somente para a pobreza. Provérbios 21:5


 

24/11/2020

Qual a diferença entre o que é bíblico e o que é evangélico?

 

Nem tudo o que é evangélico, é bíblico



By Pr. Eugênio. 

Introdução 

O cristianismo brasileiro é, muitas vezes, uma aberração. A versão tupiniquim do cristianismo é mais evangélica do que bíblica. Nesse cristianismo evangélico, presenciamos uma mistura (sincretismo) de espiritismo, umbanda e pensamento positivo, em linguajar aparentemente bíblico.

Nessa cultura evangélica – diga-se de passagem, muitas vezes não bíblica –, uma das várias aberrações que presenciamos, é a falta de compreensão do ser humano.

A principal causa desse terrível engano é a compartimentalização do ser humano. Na cultura evangélica, o ser humano é corpo, alma e espírito. Há até texto bíblico citado pelos evangélicos para citar esse dogma. Aliás, esse é outro erro praticado pelos evangélicos, tomar deliberadamente textos amputados de seus contextos, para interpretá-los como se não houvesse uma história responsável pela existência desses textos.

O principal texto utilizado para essa compreensão errônea do ser humano como um ser subdividido em três ambiências, é o de 1 Tessalonicenses 5.23:  “Que o próprio Deus da paz os santifique inteiramente. Que todo o espírito, alma e corpo de vocês seja conservado irrepreensível na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (NVI).

Uma leitura rasa e apressada parece nos levar ao ensinamento de que o ser humano é espírito, alma e corpo. Para repensarmos o que a Bíblia compreende sobre o ser humano, precisamos, a partir desse mesmo versículo, buscar entendimento sobre o coração do texto.

Isso implica no quê?

Primeiro: há um objetivo na carta aos tessalonicenses. Dentro desse objetivo, há ideias que vão se sucedendo, para responder aos anseios dos irmãos que moravam em Tessalônica naquela época.

Segundo: compreendendo o objetivo da carta aos tessalonicenses, poderemos entender qual o objetivo específico da ideia na qual está inserido o versículo 23 do capítulo 5.

Terceiro: descoberto o objetivo da ideia da qual faz parte o texto 5.23, poderemos partir para a compreensão que está sendo defendida sobre o ser humano.

Vamos lá?

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O objetivo da carta aos tessalonicenses

Todos os livros da Bíblia são respostas a perguntas. Se partirmos da ideia de que eles são respostas, o nosso desafio será descobrir quais eram as perguntas. Tendo as perguntas entendidas, será fácil deduzirmos os objetivos de cada livro da Bíblia.

No caso da primeira carta aos tessalonicenses, Paulo estava respondendo perguntas formuladas pelos irmãos de Tessalônica. Do capítulo 1 ao capítulo 3, Paulo relembra com os irmãos tessalonicenses, sua visita juntamente com Silvano e Timóteo, e o envio de Timóteo aos irmãos. Além disso, ele lhes escreve sobre a sua alegria ao saber de sua perseverança em servir ao Senhor Jesus. Como toda carta escrita por Paulo, a primeira parte sempre é um escrito de gratidão e manifestação de saudade e carinho aos leitores da carta enviada.

A segunda parte da carta aos Tessalonicenses inicia no capítulo 4, quando Paulo fala aos irmãos sobre os ensinamentos já repassados a eles, principalmente sobre uma vida vivida não mais de acordo com os desejos contrários à vontade de Deus. Em outras palavras, Paulo está respondendo às perguntas dos tessalonicenses, sobre santidade. Para Paulo, o ser humano deve ser santo em seus relacionamentos com os outros e consigo mesmo.

Por fim, no capítulo 5, encontramos a terceira parte da carta, que segue a ideia anterior de viver em santidade, ampliando-a para a vinda do Senhor Jesus. O desenvolvimento dessa ideia é percebido a partir do versículo 11 até o  versículo 24. Quando Paulo apresenta esta lista, a sua ideia é falar sobre a inteireza do ser humano.

A ideia de Paulo sobre o ser humano

De maneira alguma, Paulo compartimentaliza o ser humano em três ambientes interdependentes. Enquanto na concepção evangélica, o corpo é considerado como o órgão que realiza o pecado, na Bíblia, a ideia do ser humano é integral, ou seja,  um ser integrado e coeso, sem divisões.

Quando Paulo escreve: “Que o próprio Deus da paz os santifique inteiramente. Que todo o espírito, alma e corpo de vocês sejam conservados irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”, ele enfatiza alguns aspectos que os evangélicos negligenciam que Deus é quem santificará inteiramente; ou seja, a totalidade e integralidade do ser humano. Isso é percebido, pois Paulo não apresenta uma lista de atitudes erradas do corpo e outro da alma.

Em Gálatas, Paulo descreve a natureza humana pecaminosa de Carne. Entretanto, em momento algum, a Bíblia enfatiza que o nosso corpo é mal. Pelo contrário, o corpo humano é criação de Deus. A Carne, pelo contrário, é a natureza humana dominada pelo pecado e, como consequência, alienada de Deus! Com isso, o ser humano se opõe a Deus e se emaranha no pecado, à medida que se entrega às obras (desejos) da Carne. Esses desejos da Carne não se manifestam apenas na sensualidade, mas, em uma rebeldia religiosa na forma de justiça própria, ou seja, a confiança em si mesmo, como tendo a capacidade de procurar a vida através das forças e realizações próprias (veja Romanos 7.5).

Com isso, quando o ser humano peca, não é apenas o seu corpo, ou sua alma. É a sua totalidade. Ele é quem peca!

Conclusão

O ser humano não é tratado biblicamente, como um ser com divisões internas. Entender o ser humano em sua integralidade significa perceber que o ser humano completo, mais do que apenas uma ideia tricotomista, mas como a conjunção de corpo, intelecto, emoções, personalidade, temperamento, caráter, relacionamentos, cultura e cosmovisão. Nas palavras do Gênesis, enxergar o ser humano como uma coisa só: alma vivente (leia Gênesis 2.7).

Se tudo o que compõe o ser humano for dominado pelo pecado, isto será carnalidade, se tudo for dominado pelo Espírito, isto será santificação. Por esta razão Paulo lembra aos coríntios a ressurreição será completa no ser humano integral: “Assim será com a ressurreição dos mortos. O corpo que é semeado é perecível e ressuscita imperecível;
é semeado em desonra e ressuscita em glória; é semeado em fraqueza e ressuscita em poder; é semeado um corpo natural e ressuscita um corpo espiritual. Se há corpo natural, há também corpo espiritual” (1 Coríntios 15.42-44).

Fonte: http://eucatastrofe.wordpress.com/2009/01/19/nem-tudo-o-que-e-evangelico-e-biblico-sobre-o-ser-humano




19/11/2020

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